Minimalism – the art of having less to feel more

It’s been a process of the past few years (mostly the last 6 months) since I became a more organised person. It started by the inability I had to think clearly or even to focus on a particular thing if the stuff around me was messy. It could be a disorganised desk; to know that the kitchen had dirty dishes; or a table with visible dust.

Later it became even deeper like not feeling comfortable if there’s a shelf with too many books or if they are disposed randomly – meaning colours not matching or sizes totally different; I also can’t have my living room full of stuff with no empty spaces.

I couldn’t keep myself from cleaning or organising everything before I seated and started working or studying. Everything suddenly began to be clearer and cleaner in my mind like an empty sheet of a notebook. It’s like less stuff around means more space physically and mentally. I feel more free and can even feel better. Living in Scandinavia helped me a lot and maybe it awakened in me this clean way of living with whites and some empty spaces around me. The danish people have this art of minimalist decoration in almost every home; white walls and furniture; big windows to let the light in; candles and only the essentials around. Of course it depends on each person but I assure it’s a way of living of the majority – at least here in Denmark.

Minimalism can be defined by a Art movement. In visual arts, music, decoration and more. It can also be a way of living. It was a few weeks ago since I watched Minimalism: A Documentary About the Important things directed by Matt D’Avella.

minimalismdoc.jpgIt is a documentary that explains the minimalism by different examples of people living through this way. Joshua Fields Millburn & Ryan Nicodemus help over 20 million people live meaningful lives with less and these two guys are such an inspiration! They once had lots of stuff they didn’t need.

They say that “Minimalists don’t focus on having less, less, less; rather, we focus on making room for more: more time, more passion, more experiences, more growth, more contribution, more contentment. More freedom. Clearing the clutter from life’s path helps us make that room.”

After watching this documentary and reading more and more about this I can say  that everything makes sense to me and it is still an on going process. By putting away toxic people and getting rid of stuff I don’t need, I am creating this space for important things and beautiful people around me.

“Love people, use things. The opposite never works.”

The Minimalists

[all the pictures of this post are from the Minimalism documentary.]


Nos últimos anos tornei-me uma pessoa mais organizada. Tem sido um processo (principalmente nos últimos 6 meses). Tudo começou pela incapacidade de pensar claramente ou mesmo na dificuldade em concentrar-me numa coisa em particular se as coisas à minha volta estivessem muito desarrumadas. Podia ser uma mesa desorganizada; saber que a cozinha tinha louça suja; ou uma mesa com pó visível.

Mais tarde, tornou-se ainda mais profundo, como não me sentir confortável se uma prateleira tivesse muitos livros ou se estivessem dispostos aleatoriamente – se as cores não combinassem ou se os tamanhos fossem totalmente diferentes e irregulares; também não consigo ter minha sala cheia de coisas sem alguns espaços vazios.

Não consigo não limpar ou organizar tudo antes de me sentar e começar a trabalhar ou a estudar. Desta forma, de repente tudo começou a ficar mais claro e limpo na minha mente, como uma folha vazia de um caderno pronta a ultilizar. É como se menos coisas à minha volta significasse mais espaço física e mentalmente. Sinto-me melhore mais livre. Viver na Escandinávia ajudou-me muito e talvez tenha despertado em mim esta forma mais clean de viver, rodeada de cores mais claras ou brancas e alguns espaços vazios. Os dinamarqueses têm uma arte de decoração minimalista que adptam em quase todas as casas; paredes e móveis brancos; tiram os sapatos à entrada de casa; as grandes janelas para deixar entrar a luz; velas acesas e ter apenas o essencial à volta. Claro que depende de cada pessoa, mas garanto que é um modo de vida da maioria – pelo menos aqui na Dinamarca.

Minimalismo pode ser definido como um movimento de arte. Em artes visuais, música, e muito mais. Pode estar na decoracao e também pode ser um modo de vida. Há algumas semanas vi um documentário – Minimalismo: um documentário sobre as coisas importantes – realizado por Matt D’Avella.

É um documentário que explica o minimalismo através de diferentes exemplos de pessoas que vivem dessa forma. Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus ajudam mais de 20 milhões de pessoas a viver uma vida com mais significado e com menos coisas. Eles são uma autêntica inspiração! E também, como muitos de nós, já tiveram muitas coisas que não precisavam.

Segundo eles: “os minimalistas não se concentram em ter menos, menos, menos; em vez disso, concentramo-nos em abrir espaço para mais: mais tempo, mais paixão, mais experiências, mais crescimento, mais contribuição, mais contentamento. Mais liberdade. Limpar toda a desordem no caminho da vida ajuda-nos a criar esse espaço .”

Depois de ver este documentário e ler cada vez mais sobre tudo isto, posso dizer que tudo faz sentido para mim e ainda continua a ser um processo. Ao afastar pessoas tóxicas e livrar-me de coisas que não preciso, sei que estou a criar este espaço para as coisas mais importantes e pessoas bonitas à minha volta.

“Ame as pessoas, use as coisas. O oposto nunca funciona.”

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