Édith Piaf et La Vie En Rose – movie journal #5

I must confess I was unaware of the dramatic life of Édith Piaf. Of course I knew her deep voice and a little bit more about the singer. And no doubt I admired one song or another. But all the the fascination I have now – and more than never – to this mademoiselle grew more and more after I saw the biographic movie “La Vie En Rose”.

The fantastic interpretation of Marion Cotillard hold me in the movie story from the first minute until the end. Even tho this is a long movie. Usually I am a bit cold and no so emotional while watching movies. It is like I really have to tinker inside to shed a tear. But this story moved me in every way, I almost suffered with her and I almost felt her happiness in her joys.

“Raised by her grandmother in a brothel, she was discovered while singing on a street corner at the age of 19. Despite her success, Piaf’s life was filled with tragedy. “ – IMDB

“From the dusty districts of Paris to the stages of New York’s, Edith Piaf’s life was a battle to sing and survive, to live and love. Educated in an environment of poverty. Her magnificent voice, her ardent romances and friends of the time make Edith a star known all over the world. But in an attempt to handle her tragic fate, the “sparrow of Paris” – her nickname (Piaf in French) – flew so high that she could not help but burn her wings.”

-Synopsis by Sapo cinema

La Vie En Rose was directed by Olivier Dahan, 2007.


Confesso que desconhecia a vida dramática de Édith Piaf. Conhecia-lhe a voz sofrida e pouco mais. Admirava uma ou outra canção. Mas a admiração por esta mademoiselle cresceu a pique e num flash, quando vi o filme biográfico, “La vie en Rose“.

A interpretação fantástica de Marion Cotillard, colou-me à história do início ao fim. Normalmente sou um pouco fria nestas coisas dos filmes. Diria que tTem mesmo que mexer muito cá dentro para soltar uma lágrima. Mas esta história mexeu comigo de todas as formas, quase sofri com ela e quase lhe senti a felicidade nas suas alegrias.

Criada pela sua avó em um bordel, ela foi descoberta enquanto cantava na esquina a partir dos 19 anos de idade. Apesar de todo o sucesso, a vida de Piaf foi também uma tragédia.

“Dos bairros de lata de Paris até às luzes da ribalta de Nova Iorque, a vida de Edith Piaf foi uma batalha para cantar e sobreviver, viver e amar. Educada num ambiente de pobreza, a sua voz magnífica, os seus romances ardentes e as amizades que tinha com grandes nomes da época fazem de Edith uma estrela conhecida em todo o mundo. Mas numa tentativa ousada em domar o seu destino trágico, o “Rouxinol de Paris” – a sua alcunha – voou tão alto que não conseguiu evitar queimar as suas asas.” – Sinopse por Sapo – cinema

7 thoughts on “Édith Piaf et La Vie En Rose – movie journal #5”

  1. Nunca vi esse filme. E duvido que alguma vez o veja.
    Ela é daquelas pessoas que mesmo que não se saiba quem ela é já se ouviu o nome dela (:

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  2. Adorei esse filme!
    Realmente uma vida muito triste que ela teve, e tb não soube lidar com o sucesso. Nunca conseguiu se livrar do alcool, e teve uma morte dolorida. Temos muitas liçães a tirar de sua história.

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